quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Alô!

Eu não sou pessimista! Fiquei pensando em escrever algumas críticas à tendência dos meios de comunicação, mas desisti. Eu não sou pessimista!

Não acredito que somos um país falido. Não acredito que somos um povo falido. Não acredito que a coisa vai realmente ficar preta e nem que a vida vai se tornar insustentável.

Sou um homem de esperanças, de sorriso fácil, de certezas simples, de alguma fé. Sou um homem de amores (sempre fui e sempre serei... pelo menos, eu espero).

E o que importa se as pessoas preferem uma mensagem no facebook do que uma voz suave ao telefone? No final do dia, comunicar é deixar a mensagem... no corpo... feito tatuagem.

Tá tudo bem, não podia estar melhor, não precisa reclamar de nada. É melhor aproveitar o dia, pois otimismo por otimismo, vai que o mundo acaba em 2010.

Vai que...

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Te conheço?


É curiosíssimo como algumas pessoas tem a mania de achar que te conhecem melhor do que você mesmo.

Elas olham nos teus olhos e decifram cada centelha de emoção. Conseguem dizer não apenas o que você sente, mas o que você pensa e espera da vida. Afinal, você é uma pessoa muito óbvia, muito previsível, muito simplória. Isso realmente me assusta. Quer dizer que quase 30 anos de existência se resumem em uma sombrancelha franzida? Todos os sonhos, todas as conquistas e todas as frustrações cabem em um suspiro?

Acho que não! Acho que eu me conheço um pouco melhor para saber que existe um furacão, uma turbulência, uma tempestade apocalíptica que se renova a cada dia. E desculpa se eu não sou mais o pimpolho fofinho bem educado e insuportavelmente chato que podia continuar sendo mimado e controlado.

Ganhei asas, voei... e voei alto (ops, lembranças de Gautama). Pelo menos agora eu tenho uma vida só minha, uma vida em que eu posso finalmente assumir o risco de bater com a cara no muro e ser plenamente responsável por isso.

E sinceramente, é isso o que torna tudo muito, mas muito mais excitante.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Carne, osso e asas.

Como segundo post, achei procedente fazer um breve comentário: eu já estive aqui. Já escrevi sobre o pouco e o muito, sobre a filosofia barata e pensamentos atrozes. Me escondi menos do que me revelei... apesar de não ter sido esssa a intenção inicial.

Falei de música, de arte, de conquistas, de amor.
Falei de clichês.

Falei dos medos que não senti, das noites de sono em que não sonhei, dos desejos que não tive e de tudo o que não quis ser.
A essência, no entanto, não mudou. Sempre fui Ventura. Sempre fui Adrian. Era só uma questão de assinatura...


Era só uma Dose de Gautama.



Com Amor,
Angelus Gautama/Adrian Reis Ventura

domingo, 7 de novembro de 2010

Arrisque-se

Meu nome é Adrian. O significado não é nada poético, é apenas o nome que me foi dado: Adrian Ventura. E eu realmente acredito que nem tudo na vida precisa ser explicado, pelo contrário, é mais interessante romper as teorias, ignorar conclusões, riscar as próprias verdades. Viver tudo de novo.


Um dia de cada vez. Escolhas sempre drásticas. Um leão por dia.

A partir de agora, eu simplesmente escrevo. Sem roteiro, sem ensaios. Palavras soltas visando um único risco: eu mesmo.

O Risco Ventura.